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A Nova Publicidade: Inbound Marketing, Storytelling e Mídia Programática

Inbound marketing, Webwriting, Storytelling e Mídia Programática, vem mudando o jeito de fazer publicidade. Fique por dentro do que são esse novos conceitos na comunicação.

O mundo mudou! A maneira de nos comunicarmos e a forma de gerar publicidade também acompanharam essa mudança. Afinal, com a disseminação e evolução da tecnologia, o consumidor está ávido por novidades e já não é mais impactado da maneira como era antes.

 Por isso, a importância das empresas seguirem essa tendência e ficarem de olho nas formas atuais de vender um produto ou serviço. Termos como inbound marketing, webwriting, storytelling e mídia programática estão cada vez mais presentes. Caso nunca tenha ouvido falar ou conhece um ou outro, não se preocupe. Veja agora o que é e para que serve cada um deles:

 Inbound marketing

O inbound marketing também pode ser compreendido como marketing de atração, ou seja, ele tem como foco captar a atenção dos clientes, gerando interesse por aquilo que está sendo anunciado ao fazer com que eles o encontrem.

 Dessa forma, deve-se melhorar o seu negócio e a maneira como você vende algo e não mais “puxar o cliente pelo braço” para que compre seu produto ou serviço. Então, o cliente – que aqui é chamado de lead porque demonstra interesse por sua empresa ao consumir conteúdo gerado por você e que, no futuro, pode se tornar um consumidor fiel –  deve ser conquistado.

Para se ter uma ideia da força do inbound marketing veja o caso da Dialetto, uma assessoria de imprensa e comunicação de Santa Catarina. Em 2012, a empresa expandiu seu negócio com a ajuda do inbound marketing e em dois anos os números mostraram que 40% do faturamento da empresa vem do inbound marketing, 54% dos clientes contam com serviços digitais e, nesse período, passou de dois clientes para 14. Com isso, fica claro perceber que a empresa agregou valor e obteve lucro ao melhorar o posicionamento de seus assessorados por meio do inbound marketing.

Webwriting

O webwriting está além de escrever textos e divulgá-los nos meios digitais. Ele reúne uma série de técnicas e ferramentas que funcionam como um suporte para distribuir o conteúdo na Internet. Para ser eficaz, deve-se levar em conta a maneira como o Google posiciona esse conteúdo em sua página, por isso o texto deve ser relevante para chamar a atenção dos leitores, fácil de ler, com títulos interessantes, parágrafos não muito longos e, principalmente, deve-se pensar muito bem nas palavras-chave que estarão escritas. Afinal, elas devem ir ao encontro daquilo que as pessoas estão mais buscando sobre o tema na Internet.

Storytelling

 Muito usado pelas empresas, o storytelling é uma técnica que tem como princípio contar histórias relevantes para despertar a atenção e, assim, criar conexão entre quem fala e aquele que recebe a mensagem, seja para vender um produto ou para liderar uma equipe. Além de simplesmente falar, pode-se utilizar recursos audiovisuais para transmitir aquilo que se deseja. A história pode ser algo improvisado ou bem elaborado, mas sempre levando em consideração o contexto proposto.

O storytelling é muito empregado na propaganda. Em 2005, a BMW investiu pesado na técnica e produziu uma série de filmes roteirizados por diretores renomados – Ang Lee, John Frankenheimer, Tony Scott, Guy Ritchie e Wong Kar-Wai – que criaram histórias com começo, meio e fim para divulgar um dos carros da empresa. Os vídeos da campanha foram disponibilizados na Internet e assistidos por milhares de pessoas ao redor do mundo e, dessa forma, impactando um número maior de consumidores e fãs da marca

Mídia programática

Há algum tempo a publicidade saiu do offline para o online e diretamente conectada à Internet. Com isso, a forma de comercializar espaço publicitário também se transformou. Por conta disso, surgiu a mídia programática, que é uma série de tecnologias cujo objetivo é automatizar a compra, melhorando o posicionamento do produto ou serviço e otimizando essa publicidade.

Esse processo de automação encurta caminhos e dispensa a interação humana quando o assunto é negociação ao torná-la mais direta. Ele funciona como uma espécie de leilão, em que o anunciante que der o maior lance leva o espaço em determinado site, por exemplo. Isso também diminui os custos, pois a compra de impressões (o texto do anúncio que aparece nos sites) corresponde ao que realmente interessa. Dessa forma, o conteúdo publicitário acerta no alvo. Ou seja, impacta a pessoa certa no momento correto.

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Dica de curso!

Era uma vez uma marca: storytelling aplicado ao branding

O contar histórias do ponto de vista de sua característica de envolver as pessoas. O storytelling enquanto recurso para a construção de comunicação de marca relevante. Elementos e estrutura da narrativa trabalhando para o branding.

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