innovation-training

Os desafios do ensino e o papel da Inovação Disruptiva

As empresas estão, cada vez mais, em busca de inovações para atrair e reter clientes. Dessa maneira, a inovação disruptiva é algo empregado para cumprir esse papel. Ela funciona da seguinte forma: transforma algo que já existe no mercado, visando preencher uma lacuna em que anteriormente não se conseguia suprir, cujo objetivo é estar sempre em busca de soluções para tornar os produtos mais acessíveis para a população.

Para tornar isso possível, inicia-se pela criação de um produto mais barato e, ao longo do tempo, faz-se modificações para melhorá-lo e, assim, atender a demanda mercadológica e o interesse da população. Para ficar mais claro, alguns exemplos disso são o papel que veio para substituir o pergaminho e o telefone como forma de aperfeiçoamento do telégrafo.

Sem limites

A inovação disruptiva não se limita aos bens materiais, ela também está presente quando o assunto é conhecimento. Com isso, pode ser vista nas transformações da forma de se lecionar. A teoria foi concebida inicialmente por Clayton Christensen, professor da Harvard School of Business e considerado guru de negócios, em 1997. Conhecido no mundo empresarial, ele apontou que havia outros caminhos. Assim, a inovação disruptiva no ensino ganhou destaque em seu livro “Inovação na Sala de Aula – Como a Inovação Disruptiva Muda a Forma de Aprender”.

Levando isso em consideração, a tendência para os próximos anos é que a tecnologia terá um impacto muito grande nas novas formas de lecionar. Para isso, a computação em nuvem, o apoio de aplicativos para smartphones com cunho educacional, ambientes de aprendizagem adaptativos, realidade aumentada, auxílio de jogos e a internet das coisas serão algumas das aplicações para corroborar com o ensino, principalmente para a geração Y, ou Millenials. Nascidos após 1980, essa geração está imersa na tecnologia, é mais exigente e se entedia facilmente.

Inovação disruptiva e o ensino superior

Em 2012, o número de alunos graduados no Brasil bateu recorde ao formar 1.050.413, segundo o Ministério da Educação (MEC). Destes, uma parte opta por cursar a faculdade a distância. O desafio, tanto para o curso presencial e online, é criar mecanismos para prender a atenção do aluno e buscar por novas formas de conectá-lo com o conteúdo ministrado.

Se antes o professor era o centro, atualmente o aluno também é responsável por compartilhar conhecimento. Assim, a inovação disruptiva obrigou que as instituições deixassem de pensar de uma maneira linear, funcionando quase como uma linha de montagem, em que todos deveriam aprender da mesma maneira. Agora, o acesso ao conteúdo, à universidade e ao professor se transformou. Com novos recursos educacionais com o uso da tecnologia possibilitou-se ampliar o acesso ao ensino superior e, assim, o ingresso de mais pessoas ao ensino de qualidade.

Deixe uma resposta